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3 de abril de 2025
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O que é shaft - Entenda Antes

Entenda o que é shaft e qual sua função em uma obra

“Se preferir escute a narração do artigo: Cortinas na decoração.”
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Será que você sabe o que é shaft? Quem está construindo, reformando ou comprando um imóvel já deve ter ouvido falar nesse termo. Mas, assim como outros termos de construção civil, pode ser difícil compreender o significado. Sabemos bem como isso acontece principalmente para quem não é profissional no assunto. 

Todavia, isso não significa que as pessoas leigas em construção civil não podem conhecer as terminologias que descrevem os trabalhos, atividades e recursos de uma construção. 


Portanto, se você tem dúvidas sobre o que é shaft, está no lugar certo! Neste artigo, vamos explicar de maneira bem simples o que isso significa e qual a sua função em uma obra. Dessa forma, você conseguirá entender mais sobre o seu projeto para trocar ideias seu engenheiro ou arquiteto, por exemplo. 

O que é shaft?

O shaft é um recurso bastante utilizado nas construções. Basicamente, o shaft é uma abertura vertical na alvenaria por onde passam as instalações essenciais em qualquer construção, isto é, tubulações hidráulicas, elétricas ou até mesmo de ar condicionado. 

Com isso, o shaft disfarça todas as tubulações e facilita o trabalho de manutenção futuramente. Pelas imagens, fica ainda mais fácil compreender o que é shaft e é bem provável que você já tenha um em seu imóvel. Isso porque a maioria das construtoras já incluem os shafts nos projetos arquitetônicos.

Geralmente, o shaft é instalado em banheiros e cozinhas, que são os locais mais estratégicos para reunir as tubulações. Os shafts podem ter uma porta dobrável para facilitar o acesso à tubulação. Uma alternativa para quem quer disfarçar a abertura é cobrir com um painel de gesso acartonado resistente à água. 

O que é shaft - Entenda Antes

Para que serve o shaft? 

Bem, agora que você já sabe o que é shaft já deve ter uma noção da sua utilidade em uma obra. Mesmo assim, vamos explicar com mais detalhes sobre isso. 

Quando estoura um cano ou acontece algum problema na rede elétrica, surgem outras preocupações. Primeiramente, é preciso contratar um encanador ou eletricista para fazer o reparo. Mas, só de imaginar o quebra-quebra e a quantidade de entulho, já bate aquele desânimo. 

O shaft serve exatamente para para facilitar esse trabalho. Com isso, o profissional sabe exatamente onde estão as instalações do imóvel, seja elétrica, hidráulica ou de ventilação. 

Além disso, é muito mais fácil apenas abrir a porta ou remover o painel de gesso que cobre a abertura do shaft do que sair por aí quebrando as paredes. Da mesma forma, quando o serviço de reparo ou vistoria estiver pronto, o processo de recolocação também fica mais simples. 

O que é shaft - Entenda Antes

Veja também: “Como reformar um ambiente sem obra.”

Como é um projeto de shaft? 

É difícil compreender o que é shaft e o seu papel em uma obra sem entender as suas especificações técnicas. Basicamente, um bom projeto de shaft leva em consideração a disposição e fixação das tubulações. 

Além disso, é necessário garantir que a estrutura tenha espaço suficiente para instalar os dispositivos e acessar os equipamentos da tubulação. Isso facilita bastante o trabalho de manutenção e/ou substituição de peças no interior da abertura. 

Outro aspecto importante de um projeto de shaft são os itens complementares. Além da tubulação hidráulica e elétrica, é indicado instalar válvulas redutoras e reguladoras de pressão, misturadores, controle de sistema de combate de incêndios e medidores de consumo de água ou gás, por exemplo. 

Veja também: “Entenda que é planta baixa, para que serve e exemplos.”

Gostou de conhecer o que é shaft e qual sua função em uma obra? Caso ainda tenha dúvidas sobre o assunto, deixe nos comentários!

Casa Passiva

O que é a casa passiva e qual sua importância

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Você já ouviu falar em “casa passiva” e quer entender direitinho como ela funciona e qual sua importância? Então não deixe de conferir esta matéria e fique por dentro do assunto.

Boa leitura!

Casa PassivaGE Arquitetos

O que é uma casa passiva?

Primeiramente a casa passiva ou Passivhaus, é todo imóvel que é capaz de gerenciar a sua climatização (captação, aquecimento/refrigeração e distribuição de ar) por si mesma, com mecanismos simples e de baixo consumo energético.

 

Surgida na Alemanha, a casa passiva deve seguir certas normas de eficiência energética para ostentar esse nome. Obras que seguem essa regulamentação resultam em edifícios de consumo energético baixo, que demandam pouca eletricidade para aquecimento ou refrigeração de ambientes.

Veja também: “Dicas de decoração para o seu Home Office – Entenda Antes!”

A importância da casa passiva

A aplicação das normas não se limita às residências. A ideia de casa passiva pode ser estendida e colocada em prática também em escritórios comerciais, escolas, supermercados, entre outras edificações.

O projeto passivo não é um detalhe a mais no projeto principal, ele é a sua essência. É um processo de design que precisa ser integrado ao projeto e que irá influenciar todos os elementos da obra.

Porém, todo o trabalho e cuidado valem a pena. Segundo Passive House Institute, quando aplicadas de forma correta, a arquitetura passiva pode reduzir 90% nos gastos mensais com energia elétrica em relação aos imóveis com arquitetura convencional.

A casa passiva em climas quentes

A casa passiva é um sucesso em países de clima frio, mas muitas pessoas se perguntam se ela é viável em climas quentes. E a resposta é sim! É possível adaptar o conceito para climas quentes, como o do Brasil. Existem relatos de implementação com sucesso de casas passivas em Singapura, onde o clima é tropical.

Mas nesses casos, o super-isolamento térmico deve ser adaptado de modo a proteger os edifícios de ganhos excessivos de calor. Também a evitar perdas de ar condicionado, reduzindo os gastos com arrefecimento a níveis mínimos.

No entanto, o grande entrave para a utilização da casa passiva em regiões de clima quente, não é a questão técnica, mas sim seus custos e competitividade diante de outros modelos alternativos de construção que atendam às exigências desse clima.

Veja também: “Garagem, como definir esse espaço em sua casa”

Casa Passiva

O que deve ser observado na hora de construir uma casa passiva

  1. Isolamento térmico

    Todos os componentes da camada externa da construção devem estar bem isolados. A casa passiva possui alta eficiência energética, em razão do isolamento térmico ser maior que aquele utilizado de maneira geral. Com isso, há a redução ou mesmo eliminação do consumo de energia para o aquecimento ou o refrigeração da casa.

  2. Portas e janelas

    Portas e janelas são considerados pontos fracos de uma construção, porque são uma fonte de perda de calor ou frio. Na casa passiva, a norma sugere a instalação de portas e janelas de alta qualidade, com bom isolamento térmico e acústico e vidros duplos ou triplos.
    Os caixilhos devem ser equipados com vidraças baixas contendo argônio ou criptônio em sua composição.

  3. Eliminar pontes térmicas

    As pontes térmicas são produzidas quando a estabilidade da fachada se debilita com a inserção de elementos construtivos como portas e janelas, por exemplo. As arestas, cantos e conexões devem ser planejados para evitar pontes térmicas, onde há elevada dispersão de frio ou calor.

  4. Planejamento e desenho

    O projeto de uma casa passiva deve incluir a possibilidade de climatização com ventilação mecânica e o aproveitamento ao máximo da luz e calor solar.

  5. Otimização do calor

    Na casa passiva o calor gerado no interior da casa por seus moradores, lâmpadas e eletrodomésticos é aproveitado no aquecimento no inverno. Mas já no verão, há um planejamento de proteção do sol.

Casa PassivaBruna Alvim Campos

Veja também: “Diferentes tipos de vidros para construção – Entenda Antes!”

Gostou de saber um pouco mais sobre o assunto? Então continue acompanhando nosso blog e confira mais matérias sobre decoração, arquitetura e sustentabilidade.

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O que é Gable

O que é Gable e qual sua função?

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Primeiramente, peça para qualquer criança desenhar uma casa. É bem provável que a imagem tenha um telhado com um gable. Mas será que você sabe o que o termo significa?

Pode parecer complexo, mas a gente explica! Um gable nada mais é do que uma figura triangular formada no final de um telhado inclinado. Este é um clássico da arquitetura que sobreviveu ao tempo graças à sua grande versatilidade.

O que é Gable?

O gable, também chamado de gablete ou frontão é um elemento arquitetônico que consiste em uma parede triangular em um telhado inclinado e que se estende da beirada até o topo.

Com raízes na arquitetura grega e romana, esse tipo de construção é comum em templos clássicos, portais e casas góticas. O gablete era bastante utilizado por causa de seu apelo estético, responsável por “alongar” uma construção e deixá-la mais imponente. Muitas vezes, o elemento é ornamentado em suas laterais ou pico. Entre as decorações clássicas dos frontões, podemos citar esculturas de animais, estátuas, obeliscos e cruzes.

Veja também: “Como evitar erros na fase de acabamento da sua construção?”

O que é um Gable

A empena pode terminar um pouco acima do telhado, seja na frente da construção ou no interior como o topo de uma parede de suporte. Em algumas construções, vários frontões são erguidos em diferentes planos, projetando-se uns sobre os outros, de forma que a silhueta dessas empenas sobrepostas são destacadas uma acima da outra.

A principal funcionalidade por trás da criação do gable é para o escoamento da água. O elemento surgiu como uma solução para manter a água fora do encontro das paredes e do telhado, ao mesmo tempo que deixa a construção mais atraente esteticamente.

Adaptações modernas do elemento clássico

O que é um Gable

O uso do gablete tem sido adotado em muitos estilos de arquitetura, mas permanece associado às construções clássicas e neoclássicas. Esse tipo de construção sofreu adaptações e é popular na arquitetura até hoje! Isso devido a sua simplicidade, adaptabilidade e pelo fato de ser fácil e barato de construir.

Atualmente, os frontões são usados frequentemente para criar uma atmosfera majestosa para a arquitetura. Essa aplicação é fácil de ser percebida em bancos, museus e prédios governamentais. Mas nesses casos, o espaço triangular costuma ser preenchido com um símbolo relacionado à instituição.

Na arquitetura residencial, os gabletes são comumente encontrados acima de janelas e portas para criar a sensação de tradição e aconchego ao lar.

Exemplos de Gable

O Parthenon é o exemplo mais famoso da arquitetura grega clássica e também uma bela amostra do uso de gable. Ainda na Grécia, o prédio da Academia Nacional de Atenas chama a atenção pelas estátuas de Sócrates e Platão e, claro, pelo imponente frontão com esculturas. Ambos mostram como o gable tem importância ornamental, estrutural e funcional na arquitetura daquela época.

O que é um Gable

Também é possível encontrar o uso do gable em construções feitas no período final do estilo barroco e na transição para o neoclássico. Este é o caso da Basílica da Estrela, localizada em Lisboa.

Veja também: “Conheça a telha shingle, seu telhado gringo – Entenda Antes!”

O que é um Gable

A fachada da Casa Branca, o prédio mais importante dos Estados Unidos! Onde incorpora elementos da arquitetura neoclássica, exibindo um frontão com ornamentos.

O que é um Gable

No Brasil, um exemplo famoso é a Igreja da Candelária, no Rio de Janeiro. A construção neoclássica é um dos principais monumentos religiosos da cidade graças à decoração exuberante em seu interior e à bela fachada com frontão clássico.

O que é um Gable

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Manutenção Preventiva

Manutenção preventiva, para que serve e quais benefícios?

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Você sabe o que é manutenção preventiva e qual a importância dela para o seu imóvel? Então não deixe de conferir este post e Entenda Antes tudo que você precisa saber sobre o assunto.

Manutenção PreventivaGrupo Siscam

O que é manutenção preventiva?

Basicamente, todo imóvel, seja comercial ou residencial, precisa de certos cuidados e dedicação. Então ele precisa ser mantido limpo e estar sempre com a estrutura íntegra e funcional. Pois isso evitará incômodos como vazamentos, entupimentos, problemas elétricos, etc.

E para saber como está a saúde do imóvel, é importante realizar de tempos em tempos uma avaliação de suas condições e, é essa “revisão” que chamamos de manutenção preventiva.

Veja também: “Reformar para vender vale a pena? Entenda Antes!”

Manutenção PreventivaGrupo Siscam

Vantagens da manutenção preventiva

Investir na manutenção preventiva do seu imóvel é fundamental e traz diversas vantagens. Veja abaixo algumas delas:

  1. Economia

    A manutenção preventiva de um imóvel acaba sendo um investimento porque pode evitar grandes gastos no futuro.
    Primeiramente, ela funciona como uma despesa programada; você sabe com que regularidade vai precisa fazê-la e, baseado nas manutenções anteriores também já sabe o quanto irá gastar.
    No mais, o investimento em manter o imóvel em bom estado é muito menor do que os gastos para reparar danos depois de anos de desgastes.

  2. Redução de riscos

    Em qualquer imóvel a segurança deve ser prioridade, principalmente quando há um grande fluxo de pessoas ou funcionários trabalhando. Por isso, realizar a manutenção preventiva é reduzir significativamente o risco de um acidente acontecer.
    Então quem não faz a manutenção preventiva de um imóvel só pode contar com a sorte e coloca em risco a saúde e a segurança das pessoas que nele residem, trabalham ou circulam.

  3. Menos problemas e imprevistos

    A manutenção preventiva evita a ocorrência de grandes problemas ou imprevistos com o imóvel.
    Ela é realizada rapidamente, de forma planejada. Assim, você tem controle sobre a situação. Mas no caso de reparos causados pela falta de prevenção tudo acaba acontecendo de forma urgente, sem planejamento algum e isso acaba atrapalhando a rotina do lugar e o andamento do trabalho.

  4. Valorização do imóvel

    Um imóvel bem cuidado é mais valorizado.
    A manutenção preventiva evita que o prédio perca valor de mercado, aumentando seus ativos e facilitando caso você precise vender ou alugar o imóvel no futuro.

  5. Evitar prejuízos

    Ter que fazer uma grande obra ou reparos complexos em instalações é algo que pesa no bolso. Isso sem falar nos casos em que descuidar da manutenção predial afeta a segurança e a vida das pessoas, resultando em multas e até indenizações.

Então, investir na manutenção preventiva do imóvel é muito mais barato e seguro do que ter que lidar com consequências desagradáveis.

Manutenção Preventiva

Dicas para sua manutenção preventiva

  • A limpeza periódica do piso, com o produto certo, evita sua deterioração antecipada.
  • A pintura do imóvel deve ser renovada a cada cinco anos, para retirar a sujeira e lascas que podem surgir com o tempo. Para aumentar a durabilidade da pintura, prefira as tintas látex e acrílica, que possuem maior resistência à sujeira e são mais fáceis de limpar.
  • A manutenção do rejunte evita problemas com infiltração e deve ser feita a cada seis meses. Esse controle deve ser feito principalmente na área do chuveiro, pois a água quente com sabão ataca o material.
  • A manutenção preventiva da tubulação de esgoto não deve ser negligenciada e deve ser feita semestralmente.
  • Quanto as calhas, essas devem ser limpas todo ano, sempre antes do início da época das chuvas.
  • Recomenda-se que se façam duas dedetizações/desratizações por ano, de preferência em outubro e abril. O objetivo é afastar as pragas urbanas, como insetos e ratos.
  • A impermeabilização de lajes, paredes e cobertura deve ser realizada a cada 5 anos.

Veja também: “Por que contar com um arquiteto para planejar sua obra?”

Manutenção PreventivaGrupo Siscam

Como contratar uma empresa de manutenção preventiva

Na hora de contratar serviços de terceiros para a manutenção preventiva do seu imóvel, você deve observar:

  • Qualificação da empresa ou profissional em termos de capacidade técnica, recursos humanos e equipamentos necessários ao desenvolvimento dos serviços;
  • Experiência da empresa ou profissional na área;
  • Referências de outros clientes;
  • Proposta técnica apresentada;
  • Preço, prazo para execução, condições de pagamento, cronograma físico-financeiro com base no contrato;
  • Habilitação jurídica, regularidade fiscal, idoneidade e capacidade financeira da empresa ou profissional, avaliada em relação ao porte do serviço contratado.

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Revestimento ripado - Entenda Antes

Revestimento ripado: modelos, marcas e inspirações

“Se preferir escute a narração do artigo: O que é peitoril e qual sua importância na construção?”
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Em divisórias de ambientes, aplicado em móveis, tetos ou nas paredes, tanto faz! O revestimento ripado está em alta e cada vez ganha mais destaque nos projetos de interiores. 

Além do efeito estético tridimensional, os painéis ripados fazem sucesso entre arquitetos e designers por vários motivos. A facilidade de aplicação, versatilidade para combinar com vários estilos de decoração e variedade de modelos são alguns deles. 

Então, se você já ama o revestimento ripado, precisa ler este artigo até o final. Nele, apresentamos os principais tipos, modelos e marcas do revestimento para você aplicar em qualquer ambiente da sua casa. Confira! 

Madeiras naturais

Revestimento ripado - Entenda Antes

A maioria dos painéis ripados são feitos em madeira, sendo que as mais utilizadas são: Freijó, Imbuia e Cumaru. Como estas madeiras naturais são materiais nobres, o preço do revestimento ripado é um pouco alto. Em contrapartida, existem soluções mais econômicas, como o MDF laminado ou compensado naval que também funcionam bem para o propósito. 

Não é difícil entender por que o revestimento ripado de madeira é o favorito de arquitetos e design. O efeito da madeira combina com uma atmosfera mais rústica, assim como cria uma sensação contemporânea em qualquer área. Além disso, as madeiras nobres são altamente duráveis e resistentes.

Outro ponto positivo é que o painel ripado de madeira pode ter diversos desenhos. Ou seja, é possível fazer ripas mais largas ou finas, alterar o espaço entre os frisos, dentre outras possibilidades. 

Cerâmica

Existem vários modelos de revestimentos cerâmicos são feitos com efeito ripado. Alguns são tão semelhantes à madeira natural que, à primeira vista, é quase impossível perceber que se trata de um revestimento cerâmico e não um painel ripado de madeira. 

Portanto, essa pode ser uma boa alternativa para aplicar em paredes, já que a cerâmica é um material mais econômico, durável e fácil de manter.

A linha Wall Mosaic da Portobello, por exemplo, possui opções de revestimento ripado na cor branca e reproduzindo a madeira. Os materiais possuem relevo e texturas que são parecidas com papel de parede ou superfícies tridimensionais. Alguns modelos são: 

Revestimento ripado - Entenda Antes

Outro destaque de revestimento ripado em cerâmica é a coleção Criar, da Decortiles. As peças possuem textura e detalhamento ripado e, por isso, são ideais para criar painéis em ambientes internos. A coleção conta com dois modelos: o Filetto Canela e o Filetto Camel

Concreto

Por fim, quem prefere uma aparência descontraída e moderna, pode apostar no revestimento de concreto ripado. Nesse sentido, é possível encontrar peças de formas e tamanhos variados para criar diferentes composições. 

Uma vantagem é que o concreto aparente é prático, tem alta durabilidade e pode ser utilizado tanto em ambientes internos quanto externos. 

A linha Apparente da Castelatto é um exemplo de revestimento de concreto ripado. Também existem materiais cerâmicos que reproduzem o efeito do concreto aparente, como é o caso do modelo Brasilia Concreto Cinza, da Portobello.

Revestimento ripado - Entenda Antes

Ambientes com revestimento ripado para se inspirar

Nada como alguns projetos incríveis para servir de inspiração, não é mesmo? Portanto, selecionamos alguns ambientes onde o revestimento ripado foi aplicado com muito bom gosto! 

Quarto

Revestimento ripado - Entenda Antes Bruna Alvim Campos
O revestimento ripado não é apenas uma decoração, assim como também uma técnica eficaz de zoneamento. Neste projeto, o ripado sutilmente separa a área íntima e o closet sem bloquear completamente a linha de visão. Além disso, precisamos destacar o efeito de continuidade com a aplicação da madeira no teto do quarto. 

Sala integrada

Revestimento ripado - Entenda Antes Carolinne Ataide Lima
Neste projeto, o painel ripado de madeira é o grande destaque da sala integrada. Apesar de espaçoso, é possível ter a sensação de conforto no ambiente. 

Ambiente integrado

Revestimento ripado - entenda antesHeloisa Zarpelon Arquitetura e Interiores
Aqui, o painel ripado proporcionou aconchego e mais sofisticação ao ambiente. Além disso, o espaçamento entre as ripas garante a ventilação do espaço. 

Revestimento na horizontal

Os painéis ripados também podem ser fixados na horizontal para criar a sensação de alongamento. Os projetos abaixo, por exemplo, mostram como isso funciona bem:

Revestimento ripado - entenda antes

Revestimento ripado ARCHtec Arquitetura e Interiores
Percebeu como o revestimento ripado é versátil e bonito? Então, compartilhe nos comentários qual é o seu modelo favorito!

Decoração com Gesso

Quais diferenças entre argamassa, massa corrida e gesso

“Se preferir escute a narração do artigo: Alguns modelos e estilos de cozinha para você que está buscando inspiração.”
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Vai construir e não sabe a diferença entre argamassa, massa corrida e gesso? Não tem problema, explicamos para você nesta matéria. Apesar de todas elas serem soluções que visam tornar a superfície das paredes plana e regular, permitindo a aplicação do acabamento, como as tintas. Cada um dos produtos é indicado para situações específicas e é preciso que você Entenda Antes de construir ou reformar.

Argamassa

A argamassa é fundamental para a construção. Sua principal função é assentar tijolos, azulejos, blocos cerâmicos, revestimentos de parede, granitos, pisos porcelanatos e pisos cerâmicos. Além de ser um excelente material para corrigir ondulações e nivelar paredes, tetos e pisos.

São encontradas argamassas para uso interno, externo, piso sobre piso, para porcelanato e também nas cores cinza ou branca.

O ideal é utilizar o produto específico, pois isso confere maior qualidade e segurança na instalação, evitando problemas como o descolamento.

O consumo de argamassa é geralmente de 4 kg a 8 kg por m², dependendo do tamanho do revestimento. E é muito importante ler e prestar atenção nas instruções da embalagem, que indicam o modo de preparo, modo de uso, tempo de secagem e validade do produto. E outra dica importante,é que a argamassa deve ser armazenada em local coberto e longe de qualquer contato com a umidade.

Veja também: “O que é uma penthouse, descubra e veja exemplos.”

Decoração com Argamassa

Flávio Lima Arquitetura

Massa corrida

A massa corrida comum (PVA) é a opção ideal para paredes que precisam ser rebocadas, como por exemplo, aquelas que receberão pregos para fixação de quadros ou suporte para equipamentos eletrônicos. Já em superfícies externas e ambientes ambientes úmidos (banheiros e cozinhas), deve ser usada a massa corrida acrílica. Pois essa apresenta maior resistência ao vapor de água.

A massa corrida é comprada em latas e já vem pronta para uso e pode ser conservada dentro da lata devidamente tampada. No entanto, se o produto secar não deverá ser utilizado.

A aplicação do produto é feita com desempenadeira e espátula, deixando a superfície o mais lisa possível. E após sua aplicação a parede deverá ser lixada para eliminação de eventuais ondulações e imperfeições. Depois da retirada do pó decorrente do lixamento e antes da pintura, deve ser aplicado um selador.

Mas atenção! Paredes revestidas com argamassas com cal não devem receber massa corrida imediatamente. É necessário deixar a cal reagir com o ar durante algumas semanas.

Quando o ambiente que está sendo reformado estiver ocupado, a melhor alternativa é usar a massa corrida, pois ela faz menos sujeira do que o gesso. Apesar de ela necessitar de maior consumo de material e ter um custo maior, essas desvantagens são compensadas pela menor quantidade de pó.

Decoração com Massa Corrida

WR Gesso e Decoração

Gesso

O uso do gesso é aconselhável quando a alvenaria está regular, sem saliências, de maneira que a parede esteja plana. Seu uso pode dispensar emboço e o reboco quando os blocos de concreto ou de cerâmica são de boa qualidade. Assim, fazendo que o consumo do produto seja menor, se comparado ao consumo da massa corrida.

Quando a velocidade de execução da obra é uma prioridade, o ideal é usar o gesso diretamente sobre a alvenaria. Outra opção que visa diminuir o tempo de execução da obra é revestir a parede com argamassa de cimento! Então esperar que a mistura fique seca e, na sequência, aplicar o gesso.

O gesso é mais econômico do que a massa corrida e é comercializado em pó. O ideal é produzir somente o volume de gesso que será aplicado, já que, depois de seca, a massa não poderá ser reaproveitada.

Veja também: “Luz quente e luz fria, quais são as diferenças?”

Decoração com Gesso

A aplicação do produto é feita com desempenadeira e espátula, deixando a superfície o mais lisa possível. E após sua aplicação a parede deverá ser lixada para eliminação de eventuais ondulações e imperfeições. Depois da retirada do pó decorrente do lixamento e antes da pintura, deve ser aplicado um selador.

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Tipos de Solo

Tipos de solo e sua importância na construção civil

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É de extrema importância conhecer os tipos de solo quando o assunto é construção civil. Afinal, o tipo de solo onde será erguida uma determinada construção é determinante para as fundações, estruturas e tipo de edificação. Assim, para que você fique sabendo de uma vez por todas quais são os tipos de solo existentes e a sua importância na construção civil, elaboramos este post. Acompanhe e Entenda Antes sobre assunto.

Tipos de Solo

A importância do solo na construção civil

Um determinado tipo de solo pode facilitar ou mesmo limitar o uso do terreno. E, no caso de ser um limitador, ele pode trazer muita dor de cabeça ao arquiteto, engenheiro e proprietário, caso não seja muito bem trabalhado. Afinal, é o terreno que sustenta o peso da construção e determina algumas características básicas do projeto.

Em construções maiores é preciso que seja realizada uma sondagem do terreno para descobrir qual a camada é mais resistente e aí erguer as fundações do prédio. Já em construções menores, que não colocam muita carga sobre o solo, não é obrigatória essa sondagem.

Alguns tipos de solo são mais rígidos e portanto, as construções nele erguidas não necessitam de fundações profundas, cabendo ao engenheiro e arquiteto essa decisão.

Veja também: “Quais plantas usar no jardim vertical?”

Tipos de Solo

Os diferentes tipos de solo

Vamos apresentar aqui os três tipos de solo mais comum, porém ela não é muito exata. É comum que esses tipos se misturem de maneiras infinitas.

Os tipos de solo são divididos de acordo com a densidade da sua composição, das

necessidades especiais que possuem para a construção e como se comporta quando aplicada determinada pressão sobre ele. Assim, podemos dizer que são fatores relevantes para composição do solo a sua:

  • Densidade;
  • Porosidade;
  • Consistência;
  • Relação do solo com a água.

Tipos de Solo

1. O solo arenoso

É o tipo de solo composto predominantemente por areia.

O solo arenoso se movimenta facilmente e é altamente permeável, e isso para qualquer construção é uma grande desafio.

Ele requer fundações profundas com estacas, geralmente de aço ou concreto armado, para garantir a segurança da estrutura. As construções erguidas na beira da praia costumam utilizar essas estacas preenchidas com betão, o que aumenta a resistência da fundação.

No entanto, nem tudo é problema. As estradas construídas em solo arenoso apresentam a vantagem de não se tornarem um lamaçal na época das chuvas e não levantam poeira nos períodos de seca.

Tipos de Solo

2. O solo argiloso

É o tipo mais comum de solo encontrado no Brasil e sua importância econômica na construção civil é imensa, já que com ele se fabrica tijolos, telhas, azulejos e  pisos cerâmicos.

O solo argiloso, ao contrário do arenoso, possui grande capacidade de aglutinação, formando lama facilmente. É também altamente denso quando não há umidade ou presença de água.

Neste tipo de solo as fundações rasas são as mais utilizadas, sendo que caso seja necessário reforçar as sapatas, o uso dos radiers é recomendado. No entanto, para atingir mais segurança, o uso de estacas também é recomendado.

Tipos de Solo

3. O solo siltoso

O solo siltoso é considerado um tipo ruim de solo. As piores tipos de estrada são aquelas que estão em solo siltoso: formam grandes atoleiros quando chove e, na época das secas fazem muita poeira.

Além disso, é comum a erosão e desagregação natural neste tipo de solo, portanto demanda maiores cuidados e manutenção.

Veja também: “O que é um planejamento de obras e como fazê-lo?”

Tipos de Solo

A mistura dos solos

Como já mencionamos, é comum encontrarmos solos misturados e por isso, é importante um acompanhamento profissional antes de começar qualquer construção. Existem solos classificados como “argiloso-silte-arenoso” ou ainda “areia argilosa”, etc.

Conheça alguns outros tipos de solos:

  • Piçarra: solo formado por rochas decompostas e que pode ser escavado com pá ou picareta;
  • Tabatinga ou turfa: solo composto de argila e que possui muita matéria orgânica. Geralmente encontrado em pântanos ou locais com água permanente;
  • Saibro: solo formado pela mistura de argila e areia;
  • Moledo: rocha em estado de decomposição mas ainda dura e de difícil remoção.

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O que é planta baixa - Entenda Antes

Entenda o que é planta baixa, para que serve e exemplos. Entenda Antes!

“Se preferir escute a narração do artigo: Portas e Janelas: Madeira, Alumínio ou Vidro? Qual escolher?”
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Se você é um entusiasta na área da arquitetura e construção civil, ou está buscando entender antes de realizar sua construção, já deve ter ouvido falar em planta baixa. O termo é bem comum e faz parte de qualquer projeto arquitetônico ou de design de interiores. Mas, afinal, o que é planta baixa? Deixa que a gente explica! 

A planta baixa é um documento básico elaborado pelo arquiteto para representar o layout de uma casa ou determinado ambiente. Com isso, é possível visualizar como todos os cômodos estão interligados, a disposição dos móveis e outros aspectos. Hoje é possível comprar uma planta pronta ou personalizada Clique Aqui, e descubra como.

Pode parecer um pouco complexo para quem não está familiarizado com o assunto, mas garantimos que não é. Pensando nisso, reunimos as principais informações para você entender o que é planta baixa e alguns exemplos para facilitar a compreensão.

O que é planta baixa

Planta baixa - Entenda Antes

A planta baixa é um desenho técnico em escala que mostra as paredes e cômodos de uma estrutura como se fossem vistos de cima. A representação é feita a partir de um corte imaginário à altura de 1,50m do piso. Esta medida é utilizada pois é capaz de abranger as aberturas de portas e janelas, por exemplo. 

A planta baixa pode representar um edifício inteiro, um andar de um prédio ou um quarto individual. O desenho é um dos documentos mais importantes de um projeto arquitetônico e é essencial para projetar ou construir uma casa. 

Basicamente, uma planta baixa contém os seguintes elementos: 

  • Linhas de dimensão: representam as medidas de comprimentos e larguras de cada item na realidade. Por exemplo, o tamanho de uma janela, dimensões do cômodo etc;
  • Escala: paredes, portas e janelas são representadas em escala na planta baixa. Isso significa que cada item desenhado segue uma proporção em relação ao tamanho real. Hoje em dia, as escalas mais comuns são de 1:50 e 1:100 para projetos residenciais. Na escala de 1:50, por exemplo, cada centímetro da planta baixa será 50 vezes menor do que a realidade;
  • Planta baixa com layout: podem incluir portas, janelas, escadas, armários, eletrodomésticos e assim por diante.

Veja também: “Como alinhar suas necessidades com o projeto arquitetônico?”

Para que serve a planta baixa 

Planta baixa - Entenda Antes

A planta baixa é considerada um documento obrigatório de qualquer edifício. Assim, as prefeituras municipais exigem a planta baixa para conceder o alvará de construção. Além disso, a planta tem outras funcionalidades práticas para arquitetos e construtores, entre elas: 

  • Mostrar uma noção clara da divisão entre os espaços. Isto é essencialmente útil para ajudar a projetar layouts de móveis, sistemas de fiação e muito mais; 
  • Permite uma ampla possibilidade para experimentar diferentes alternativas de design de fluxo de pessoas pelo local;
  • Ajuda a fazer mudanças necessárias antes de prosseguir para as fases mais elaboradas de planejamento ou construção;
  • Serve como base para a elaboração de outros projetos complementares, como elétrico, hidráulico, estrutural etc. 

Exemplos de plantas baixas

Bem, agora que você já tem uma visão do que é planta baixa e para que serve, vamos ver como é na prática? Existem alguns tipos de plantas e selecionamos os principais exemplos a seguir: 

Planta Baixa técnica

Basicamente, a planta baixa técnica é composta por linhas que indicam a estrutura do imóvel, ou seja, as paredes, portas, janelas, recuos do terreno e demais elementos da construção. Com essas informações técnicas, é possível usá-la como apoio na construção. 

Também possui as marcações de níveis, que basicamente é a altura do piso, quando existe algum degrau ou pequeno desnível fica marcado na planta baixa e também no corte do projeto. Quer saber como é um projeto completo e para que serve cada um dos desenhos? Clique aqui.

A planta baixa executiva que é enviada para a prefeitura, juntamente com os outros documentos do projeto, como elevações, cortes, planta de cobertura para que seja feita a liberação do alvará de construção.

PLANTA BAIXA PROJETO EA-132
PLANTA BAIXA PROJETO EA-132 | Ver o projeto completo.

 

PLANTA BAIXA PROJETO EA-146
PLANTA BAIXA PROJETO EA-146 | Veja o projeto completo.

Planta baixa humanizada

Já a planta humanizada é feita com desenhos elaborados e contém mais detalhes do imóvel, como representação dos móveis e pisos desenhados e coloridos. Esse modelo de planta é bastante utilizado por arquitetos na apresentação de projetos, já que o entendimento é mais simples para pessoas leigas. Assim, eles conseguem visualizar com mais facilidade como o ambiente ficará depois de pronto. 

Essa planta é utilizada apenas como forma de ilustração, ela não é necessária na questão legal do projeto.

Modelos e dicas de plantas de casas com terreno 10 por 20   
Projeto arquitetônico | Clique para ver Projeto completo EA-100.

 

Bom, se você chegou até aqui provavelmente você esteja pensando em construir, e temos um conteúdo muito legal que te ajudará: Você NÃO precisa perder tempo com projeto para construir sua casa! 

Conclusão

A planta é um desenho técnico importante para a realização da construção de uma casa, digamos que ela basicamente é parte de um manual de instruções que o pedreiro ou construtor irá olhar para ir executando a obra.

Atualmente você tem 3 opções para adquirir uma planta baixa arquitetônica para realizar sua construção, cada uma das opções possui suas vantagens e desvantagens e criamos um conteúdo exclusivo explicando cada uma das opções: As 3 opções para adquirir minha planta baixa arquitetônico, entenda antes! 

Gostou de aprender o que é planta baixa e para que serve o documento? Compartilhe sua opinião nos comentários abaixo!

Umidade em Imóvel

Umidade em imóveis, como resolver?

Você entra em casa e percebe que o ambiente não está tão acolhedor. As roupas cheiram mal, a atmosfera é carregada e as paredes têm manchas. Tudo isso é sinal do excesso de umidade no interior.

Essa situação é bem comum, principalmente no Brasil, onde temos um clima tropical. Os dias ensolarados, as temporadas de chuva facilitam o acúmulo de umidade. Mas, além dos fatores naturais, as condições da construção também contribuem para aumentar a umidade no interior das casas.

Se você está com esse problema, é melhor resolver o quanto antes. O excesso de umidade em casa pode comprometer a estrutura do imóvel, incentivar o crescimento de fungos e provocar problemas de saúde.

O que causa a umidade nos imóveis?

Todas as atividades que fazemos em casa adicionam umidade ao ar: cozinhar, tomar banho, lavar louça e secar roupas, por exemplo. Isso torna o controle de umidade bem complicado, especialmente no inverno. Com as portas e janelas fechadas, cria-se um ambiente propício para o acúmulo de umidade que pode descer para as paredes ou elementos estruturais.

Outra causa comum para o surgimento de umidade nos imóveis é a entrada de água da chuva. Seja por causa de portas e janelas abertas ou porque a construção não possui o isolamento adequado.

Veja também: Diversas opções e estilos para construir em seu terreno. Descubra!

Umidade em Imóvel

Você entra em casa e percebe que o ambiente não está tão acolhedor. As roupas cheiram mal, a atmosfera é carregada e as paredes têm manchas. Tudo isso é sinal do excesso de umidade no interior.

Essa situação é bem comum, principalmente no Brasil, onde temos um clima tropical. Os dias ensolarados, as temporadas de chuva e a alta umidade relativa do ar facilitam o acúmulo de umidade nos imóveis. Mas, além dos fatores naturais, as condições da construção também contribuem para aumentar a umidade no interior das casas.

Se você está com esse problema, é melhor resolver o quanto antes. O excesso de umidade em casa pode comprometer a estrutura do imóvel, incentivar o crescimento de fungos e provocar problemas de saúde.

O que causa a umidade nos imóveis?

Todas as atividades que fazemos em casa adicionam umidade ao ar: cozinhar, tomar banho, lavar louça e secar roupas, por exemplo. Isso torna o controle bem complicado, especialmente no inverno. Com as portas e janelas fechadas, cria-se um ambiente propício para o acúmulo de umidade que pode descer para as paredes ou elementos estruturais.

Outra causa comum para o surgimento de umidade nos imóveis é a entrada de água da chuva. Seja por causa de portas e janelas abertas ou porque a construção não possui o isolamento adequado.

Umidade em Imóvel

Umidade em casa: como eliminar

Deixe a casa bem ventilada

Uma ventilação adequada nos ambientes internos é a forma mais simples e barata de controlar e evitar o excesso de umidade. Para isso, você pode contar com a ventilação natural das portas e janelas. Nesse caso, é importante que a sua construção facilite a entrada de vento e luz solar.

Se o ambiente não possui fontes de vento natural, você pode contar com a ventilação forçada, ou seja, aquela que é feita por ventiladores e exaustores, por exemplo.

Umidade em Imóvel

Elimine problemas na estrutura

É essencial eliminar as possíveis causas de umidade na estrutura da construção. Então, verifique se há rachaduras nos tijolos, condensação dentro das paredes ou até um cano de água estourado. Sem corrigir tais problemas, qualquer outro esforço para eliminar a umidade será inútil.

Umidade em Imóvel

Impermeabilização interna e externa

Para controlar e prevenir problemas com a umidade, é essencial fazer uma impermeabilização no imóvel. A argamassa impermeabilizante é um dos melhores materiais para resolver umidade por capilaridade e infiltrações, e pode ser usada em ambientes internos e externos.

Já as tintas impermeabilizantes são efetivas para solucionar problemas com a umidade que entra pelas rachaduras das paredes e tetos. Essa é uma solução econômica e simples, já que não exige mudanças estruturais.

Umidade em Imóvel

Percebeu como é simples resolver e evitar a umidade no interior de casa? Então, se o seu ambiente está com excesso de umidade, é recomendável buscar a solução o mais rápido possível. Assim, você consegue evitar danos graves na construção e manter a atmosfera da casa agradável e saudável para os moradores.

Confira mais matérias como essa acessando a Revista do Entenda Antes!

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O que é um Peitoril

O que é peitoril e qual sua importância na construção?

“Se preferir escute a narração do artigo: Cortinas na decoração.”
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O peitoril pode até passar despercebido quando você observa as janelas de uma construção. No entanto, esse pequeno recurso arquitetônico é bem útil tanto para fins decorativos quanto funcionais.

Essa é uma das formas mais comuns de proteger um edifício contra a umidade e fazer você economizar bastante dinheiro com a manutenção da casa. Além disso, o peitoril complementa a decoração de qualquer ambiente. A estrutura permite que você coloque vasos de plantas, enfeites, livros etc.


Se você ainda não sabe ao certo o que é peitoril e qual sua importância na arquitetura, não tem problema! A seguir, reunimos as principais informações e alguns exemplos de aplicação de peitoris. Confira!

O que é peitoril?

O peitoril é uma base fixada na parte inferior das janelas. Esse elemento pode ser colocado tanto na parte interna quanto na parte externa da janela. Existem diversos modelos de peitoris mas, geralmente, eles são feitos de pedras. As mais comuns são mármore, granito e ardósia.

A principal funcionalidade do peitoril é manter a água da chuva longe da sua casa. Além disso, o peitoril proporciona um melhor acabamento na arquitetura de qualquer imóvel, seja ele residencial ou comercial.

O que é um Pendoril

Como e quando utilizar o peitoril?

O peitoril pode ser instalado em praticamente todos os ambientes da casa: em janelas de salas e quartos, na base de janelas basculantes comuns em banheiros e cozinhas etc.

Contudo, é importante considerar a instalação do elemento ainda na fase de planejamento da obra. Isso porque o peitoril é colocado bem abaixo da janela e, geralmente, é um pouco maior que a estrutura da janela.

Mesmo sendo um item simples, é importante ter em mente alguns detalhes antes de encomendar os peitoris para sua construção. O peitoril para áreas externas precisa ter o formato pingadeira. Isto significa que a peça precisa ficar para fora do muro e possuir um sulco.

Além disso, é essencial que o peitoril seja instalado com uma leve inclinação para baixo. Assim, a água da chuva pode escoar sem correr o risco de escorrer pela janela.

Vantagens do peitoril

peitoril - entenda antes

 

Já citamos que o peitoril serve para manter a água na parte externa da casa. De fato, esta é a principal vantagem deste recurso arquitetônico. Sem ele, a água da chuva não tem para onde escapar e penetra nas paredes. Assim, surgem as infiltrações que resultam no aparecimento de mofo, manchas e ocorrência de doenças respiratórias para quem mora no imóvel.

Além disso, existem outras vantagens que tornam os peitoris partes importantes de uma construção. Confira as principais:

 

Veja também: Você NÃO precisa perder tempo com projeto para construir sua casa. Entenda o porquê!

 

Mantém a integridade estrutural

Os peitoris contribuem com a integridade estrutural da janela. Eles servem com um enquadramento para mantê-la no lugar. Sem um peitoril, a estrutura da janela poderia oscilar, comprometendo a integridade de uma construção e causando rachaduras.

 

peitoril - entenda antes

 

Pode ser decorativo

No exterior, o peitoril pode ser um complemento à arquitetura da construção. Assim, é possível adaptar o item de acordo com o estilo da casa, desde os mais simples, até os mais clássicos.

Além disso, não podemos esquecer da variedade de cores e padrões do mármore e granito, o que torna o peitoril visualmente atraente.

O que é um Peitoril

Peitoril, parapeito e guarda-corpo: quais são as diferenças?

Muitas pessoas confundem o peitoril com parapeito e guarda-corpo. No entanto, cada um dos termos tem um significado e explicaremos as diferenças a seguir.

  • Guarda-corpo: é a proteção utilizada em escadas, sacadas, rampas e passarelas. Diferentemente do peitoril, o guarda-corpo é um recurso de segurança com a função de prevenir quedas em função da altura.

 

peitoril - entenda antes

 

  • Parapeito: o parapeito também serve como item de proteção. Ele é um tipo de muro, geralmente feito de alvenaria e erguido até a altura do peito. Existem vários tipos de parapeitos que são bastante utilizados nas bordas de janelas, terraços, varandas, pontes etc.

 

peitoril - entenda antes

 

 

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Gostou do artigo? Compartilhe com as pessoas, isso pode ajudar quem está pensando em instalar um peitoril, um parapeito ou um guarda corpo! 

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