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13 de junho de 2024
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Gestão de obras: O que é e como fazer?

Gestão de obras: O que é e como fazer?

Podemos compreender a gestão de obras como um processo contínuo e dinâmico, fundamental para a concretização de qualquer projeto do campo da engenharia e da arquitetura.

Contudo, apesar de sua importância, a gestão de obras ainda se configura como uma temática pouco discutida dentro do campo da construção civil. Foi visando suprir essa lacuna que a Entenda Antes decidiu por escrever este post.

No presente texto, discorreremos sobre as variadas facetas presentes na gestão de obras. Ou seja, versaremos sobre as variadas questões dentro do objeto em questão. Nosso percurso textual abrange tópicos que variam desde concepções básicas sobre o gerenciamento de projetos, sobre a diferença entre os conceitos de  “projeto” e “processo”; até mesmo questões relativas ao cronograma de atividades.

Nesse sentido, o presente texto se encontra dividido em dois momentos. Primeiramente iremos explanar de maneira breve sobre o que é gestão de obras. Depois, com essa introdução feita, discorreremos sobre algumas ferramentas do arsenal do gestor de obras.

O que é gestão de obras?

A palavra “gestão” adquiriu uma relativa popularidade nos últimos anos dentro do ambiente empresarial. Contudo, apesar de ser uma palavra muito presente dentro do léxico corporativo, podemos notar que ainda existem diversos equívocos sobre o seu verdadeiro conteúdo.

Portanto, antes de iniciarmos nossa discussão sobre os distintos processos que compõem uma gestão de obras, faz-se necessário discorrer brevemente sobre o conceito de “gestão” em si. Somente assim, poderemos versar sobre as suas particularidades e a sua aplicabilidade dentro do campo da construção civil.

A conceituação moderna da palavra “gestão” pode ser definida como o processo de dirigir ações para atingir objetivos. Trata-se de um conceito com origens que podem ser traçadas no alvorecer da Administração como disciplina formal. Ela corresponde a um conceito que foi trabalhado e desenvolvido por nomes célebres como Henry Ford, Frederick Taylor e Max Weber.

Nesse sentido, podemos argumentar que o desenvolvimento do capitalismo moderno se encontra profundamente enraizado com o desenvolvimento da gestão de produção. Trazendo para a lente da construção civil, podemos identificar a gestão de obras como a administração de tempo, recursos, materiais e pessoal para a realização dos objetivos traçados nos projetos.

Para vias de ilustração, pedimos que nosso leitor imagine uma orquestra composta por músicos que tocam variados instrumentos. Sem uma coordenação externa, por mais talentosos que nossos instrumentistas sejam, existem grandes chances desses instrumentos formarem uma cacofonia. Sendo assim, a melodia harmoniosa só ocorre por meio da mediação do maestro.

Nessa metáfora, o gestor assume o papel do maestro, guiando nossos músicos para um horizonte harmônico. Assim, o gestor de obras é um profissional capacitado que é dotado de treinamento para identificar problemas e desenvolver soluções em quaisquer projetos.

Dessa forma, podemos compreender que a gestão de obras se configura como um passo além da criação de um projeto. Assim como o maestro guia a orquestra, o gestor age como um mediador de todas as esferas da construção civil. Ele atua nos campos da contratação de pessoas, do controle orçamentário e na comunicação interna da empresa.

Os papéis do gestor de obras

Uma vez com a definição de gestão de obras devidamente introduzida, torna-se possível elucidar os papéis de um gestor no campo da construção civil.

1 – Gerenciamento de projetos

Iniciamos nossa exposição através da lente do gerenciamento de projetos. Apesar de questões relativas ao gerenciamento comporem uma parcela significativa do PIB mundial, ainda existem muitos equívocos em relação a esse conceito. Assim sendo, iniciamos a presente seção visando responder uma questão simples: “afinal, o que é gerenciamento de projetos?”

Trata-se de uma etapa fundamental dentro de qualquer projeto, pois é a aplicação prática de sua gestão. Como apontado na seção anterior, é um processo que abrange toda a obra, configurando-se como um ferramentário logístico que torna possível o planejamento, a execução e o monitoramento de um projeto. O uso do gerenciamento de projetos resulta em inúmeros benefícios, oferecendo maior segurança para o consumidor e uma maior eficiência quanto ao uso de recursos e de pessoal. 

Previamente, nós já versamos extensamente sobre essa temática. Caso tenha interesse, recomendamos que acesse o link.

2 – Segurança no trabalho

Agora mudando o foco de nossa exposição, buscaremos demonstrar as maneiras nas quais uma maior gestão de obras se traduz na criação de um ambiente de trabalho mais seguro.

Vamos retomar a analogia de uma orquestra. Existe uma conexão dupla entre o maestro e seus músicos. Os músicos podem criar uma melodia, mas ela só virá a se tornar verdadeiramente bela quando guiada pelas mãos cautelosas de um maestro. O contrário também é verdadeiro, o maestro sozinho é incapaz de produzir a música, pois ele depende de seus músicos.  

Trata-se de uma relação na qual os sujeitos são mutuamente dependentes e que pode ser traduzida diretamente para o campo da construção civil. Somente com uma harmonia entre o gestor e os seus trabalhadores que a nossa melodia se torna harmoniosa. 

Portanto, torna-se lógico afirmar que a gestão de obras necessita comportar uma dimensão que pense no trabalhador. Particularmente, no campo da segurança do trabalho. Uma gestão de obras eficiente é aquela que se traduz diretamente na criação de um ambiente de trabalho seguro, que forneça treinamento e equipamentos de segurança individual para os seus trabalhadores.

Previamente discorremos mais profundadamente sobre o tema em nosso site, caso tenha curiosidade acesse aqui.

3 – Projeto x Processo, Entenda Antes a diferença

Existe uma confusão muito grande no mundo empresarial sobre a diferença entre os conceitos de “projeto” e de “processo”.  Apesar de ambos apresentarem semelhanças, existe uma profunda diferença entre eles. Sendo assim, aqui exploraremos um pouco essa diferença e explicaremos como esses conceitos podem ser entendidos no mundo da gestão de obras. Iniciamos nossa exposição por meio de uma breve explicação sobre o que é um “projeto”. 

Trata-se de um trabalho temporário que visa um efeito uno, ou seja, é um trabalho que data para começar e para terminar. Quando aplicado para empresas, um projeto visa acabar com o status quo e realizar mudanças estruturais na mesma, mas é marcada pela existência de um prazo determinado.

Um “processo”, por sua vez, é definido por sua permanência, ele visa a criação de uma padronização de um protocolo dentro de uma companhia. Pense em tarefas cotidianas e repetitivas, como linhas de montagem, estoques e cronogramas.

Nesse sentido, no campo da gestão de obras, a compreensão da precisão conceitual se configura como uma das necessidades de um gestor moderno. Entender se sua tarefa é um processo ou um projeto é de suma importância. Caso deseje conhecer melhor, basta clicar aqui.

4 – Gestão financeira para controle de custos

Assim, adentramos no próximo tópico que necessita ser explicitado, a gestão financeira. Como foi previamente apontado, o campo da gestão de obras transcende apenas o quintal de obra, abrangendo também a dimensão financeira.

Como o gestor de obras se configura como um mediador por excelência, faz-se necessário que o profissional seja capaz de gerenciar diversos recursos. Relativo ao presente objeto, recomendamos que o gestor seja capaz de elaborar orçamentos.

A elaboração de um orçamento se configura mais do que apenas um simples levantamento de preços. Inserimos nesse arcabouço questões relativas à procura de mão de obra e de pesquisa de preços de materiais.  Relativo a pesquisa de preços, nós, da Entenda Antes, compreendemos que é fundamental que o gestor de obras seja capaz de achar materiais com preços baratos, mas que não percam a qualidade. Leia mais aqui.

5 – Sistemas para gestão de obras

A gestão de obras se configura como um campo interdisciplinar por excelência. Contudo, reconhecemos que é muito difícil dominar tantas áreas do conhecimento distintas. É por isso que ficamos felizes em afirmar que grande parte das tarefas podem ser sistematizadas com base em softwares dedicados.

Existe uma miríade de programas capazes de aumentar a eficiência de uma obra, facilitando assim o trabalho do gestor. Antes de prosseguirmos, faz-se necessário apontar que é de nosso entendimento que esses softwares devem servir como um suporte para o administrador, pois ele jamais pode depender exclusivamente deles. Feito nosso aviso, podemos prosseguir com nossa explanação. 

Dentre os softwares existentes, podemos destacar 3:

  • Stant;
  • Mega Mobuss;
  • Construct App.

Os softwares existentes podem auxiliar de muitas maneiras, no plano financeiro, organizacional, etc. As possibilidades são infinitas, mas todas se traduzem em um resultado: maior eficiência! Nós possuímos um texto que se aprofunda devidamente em alguns dos programas mais utilizados no campo da gestão de obras, basta seguir o link.

6 – Métricas

“Métricas” são uma ferramenta importante no arsenal de qualquer gestor. É com base nelas que o administrador exerce sua função. Nesse sentido, podemos compreender uma métrica como um conjunto de indicadores empregados para analisar uma determinada situação.

Existem métricas capazes de avaliar lucro, desempenho, exposição nas redes, dentre outros. Nesse sentido, um gestor de obras deve ser capaz de observá-las e compreender seus significados. 

Para que isso seja possível, recomendamos que o gestor realize relatórios periódicos sobre a situação da obra. Esses relatórios permitirão maior precisão analítica durante todas as etapas da construção. Conheça mais lendo nosso post sobre a temática.

7- Pré-Obra

A pré-obra se configura como uma etapa fundamental de uma obra, abrangendo temáticas relativas à eficácia e construtibilidade dessa. Trata-se da elaboração do projeto de uma obra, da projeção de prazos e da criação de orçamentos. Assim sendo, podemos compreender esse momento como marcado pelo trabalho colaborativo entre diversos profissionais.

Ademais, é aqui que se avalia questões relativas aos riscos e alternativas. Portanto, é um momento essencial da gestão de obras, conheça mais em nosso site.

8 – Cronogramas de Atividades

O cronograma de atividades se configura como um dos maiores desafios enfrentados pelos gestores de obras. Contudo, a capacidade de entregar projetos dentro de um prazo estipulado se traduz numa maior confiança para o cliente. Nesse sentido, podemos afirmar que se trata de uma etapa fundamental.

O cronograma de atividades é uma ferramenta que é usada por todos aqueles que almejam uma maior eficiência. A gerência e otimização do tempo corresponde a uma técnica que é empregada além do campo da gestão.  Fundamentalmente, essa habilidade consiste na capacidade de dividir uma grande tarefa em partes menores, pautadas num desencadeamento lógico. 

Para o campo da construção civil, basta imaginar uma obra qualquer, nesse exemplo, imagine um prédio. Construir um prédio parece uma tarefa assustadora por si, não? Contudo, se compreendermos que um edifício é composto por diversas etapas menores –  como as vigas, as paredes, a parte elétrica – torna-se mais fácil executar tal projeto.

Assim, um cronograma permite delimitar atividades e criar uma alocação razoável de tempo. Isso resulta em um aumento de foco por parte da equipe – pois as metas se tornam muito mais tangíveis – e em uma melhor alocação de recursos. Para maiores informações, verifique nosso site.

9 – Escuta ativa, escute sua equipe!

O gestor age como mediador do projeto. Portanto, ele é um ator que necessita ouvir a sua equipe. Assim, recomendamos que ele domine uma ferramenta da comunicação, a chamada escuta ativa. De forma simples, a escuta ativa se configura como um diálogo eficiente, pelo qual o interlocutor (no caso a equipe) é plenamente entendido pelo ouvinte (o gestor de obras).

O uso dessa ferramenta se traduz diretamente na criação de um ambiente de trabalho mais saudável. Ademais, torna-se possível identificar riscos que não foram previstos durante a etapa da pré-obra.

Faz-se necessário apontar que essa é uma habilidade que parece simples, e de fato é. Contudo, é uma ferramenta que deve ser treinada diariamente e reforçada por leitura. Sendo assim, um bom gestor é aquele que está sempre atualizado. No nosso site recomendamos uma lista introdutória, caso tenha curiosidade, acesse aqui.

10 – Guia para a sua construção

Por fim, é importante que o gestor tenha em mente que essas dicas não servem como uma lista de tarefas a seguir ordenadamente para uma construção. Qualquer obra se configura como um evento vivo por natureza, ou seja, ela se transforma durante a contingência. 

Portanto, faz-se necessário utilizar cada uma dessas ferramentas de maneira contínua. Não é porque a etapa da pré-obra foi concluída que não será necessário revistar o projeto e o reformular.Uma obra é um ambiente orgânico e contraditório, que se encontra em constante transformação. Nesse sentido, a arte da gestão de obras é marcada pela adaptação e pela superação de tais contradições.

Sistemas de gestão de obras: a solução para evitar problemas e atrasos

Sistemas de gestão de obras: a solução para evitar problemas e atrasos

(Se preferir, clique no player para o ouvir a narração desse artigo! Queremos facilitar sua vida, desde consumir o nosso conteúdo até realizar o seu projeto.) =)

Problemas e atrasos nas obras são situações que não precisam ser recorrentes no dia a dia dos profissionais que lidam com obras e reformas. Isso porque, tais condições podem ser minimizadas consideravelmente através de sistemas de gestão eficientes. Afinal, além de otimizar os processos, eles resultam em economia e satisfação garantida.

Saiba a importância e os benefícios de uma boa gestão!

Inegavelmente, o principal benefício é a centralização das informações das três grandes áreas de qualquer negócio: atendimento ao cliente, controle interno e relação com os fornecedores. A primeira conta com o sistema Customer Relationship Management (CRM), que pode ser traduzido como Gestão de Relacionamento com o Cliente.

Já as outras duas podem ser gerenciadas pelo sistema Enterprise Resource Planning (ERP) ou Planejamento de Recursos da Empresa, em tradução livre. Veja mais detalhes a seguir sobre as funcionalidades desses sistemas de gestão, por área.

Atendimento ao cliente:

  • informações dos clientes: não somente os clientes que já contratam os serviços da empresa. O sistema CRM também reúne informações de clientes potenciais indicando detalhes como data inicial e motivo do contato, como a questão foi encaminhada, entre outras especificações;
  • agendamento de reuniões: serve para manter um controle exato dos dias e horários. Bem como, atualizar em caso de remarcação;
  • agendamento de serviços: especialmente para os casos de manutenção programada. Por isso, é uma ótima opção para entrar em contato com o cliente no momento certo e evitar que ele contrate serviços de outros profissionais;
  • acesso de qualquer lugar: as informações podem ser obtidas pelo computador ou pelo celular. Em outras palavras, facilita o acesso do escritório ou do canteiro de obras, por exemplo.

Controle interno:

  • automatização dos processos: toda a parte organizacional mais burocrática passa a ser automatizada. Isto é, contas a pagar e receber, fluxo de caixa, faturamento, lançamento de notas e operações bancárias; 
  • facilidade com escritório de contabilidade: alguns softwares permitem sincronizar as principais informações de controle financeiro e fiscal diretamente com o escritório de contabilidade;
  • simplificação para as tarefas de Recursos Humanos (RH): As férias, 13º, licenças e demais obrigações trabalhistas são assim organizadas em um só lugar;
  • acompanhamento dos processos e análise baseada em relatórios: os sistemas de gestão permitem a geração de relatórios que facilitam a leitura e análise. Dessa forma, agilizando a implementação de melhorias e a prevenção de erros ao antecipar decisões;
  • intercâmbio de informações entre os setores: as informações que são de interesse comum entre os setores da empresa ficam disponíveis para todos os envolvidos no processo. Assim, facilita o acompanhamento e a conclusão de tarefas.

Relação com os fornecedores:

  • estruturação do quadro de fornecedores: as informações das empresas e dos profissionais especializados são organizadas por detalhamento de serviços;
  • processos e procedimentos: organização e acompanhamento dos processos por meio de elaboração de cronograma;
  • facilidade no acesso às informações: possibilidade de atualizar ações e realizar intervenções de forma rápida e estratégica.

É importante ressaltar que todas as informações são mantidas de forma segura através da técnica de criptografia. Afinal, esse detalhe que deve ser visto com muita atenção. No Brasil, qualquer empresa que lide com dados, principalmente as que desenvolvem sistemas de gestão empresarial, devem respeitar a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), que está em vigor desde agosto de 2020.

Através dos benefícios citados, você já deve começar a considerar a importância de ter um sistema de gestão e é aí que entra a dúvida sobre o quanto é necessário investir. Vamos falar mais sobre isso no próximo tópico.

Existe mais de um sistema de gestão? É fácil de usar? Preciso investir muito?

Existe mais de um sistema de gestão? É fácil de usar? Preciso investir muito?

Anteriormente, observamos que o CRM está voltado para as demandas de relacionamento com os clientes e o ERP para as de controle interno e relação com os fornecedores. Por isso, existem vários sistemas de gestão de obras e ainda neste post vamos falar sobre oito deles.

As empresas que disponibilizam os sistemas oferecem treinamentos e assessoria para facilitar o uso do sistema. Eventualmente, alguns deles têm a opção de serem personalizados de acordo com as necessidades do contratante.

O investimento vai variar com o tipo de complexidade e armazenamento escolhido.Bem como, o tipo de integração selecionado. Por exemplo, você pode optar por uma forma de armazenamento em nuvem que permite acessar de qualquer lugar que tenha internet. Ou seja, no canteiro de obra a pessoa responsável atualiza os campos e instantaneamente fica disponível para todos os setores liberados para acesso.

Um exemplo de tipo de integração é a disponibilização de parte do controle financeiro e fiscal com o escritório de contabilidade.

Conheça 8 tipos de sistemas de gestão de obra

As soluções contam com armazenamento online, possibilidade de uso em dispositivos móveis como Android e iOS e período de teste gratuito.

1. Obrafit

O Obrafit é um sistema de solução que dispensa treinamento e conta com tutoriais de apoio para utilização. 

Por isso, arquitetos, engenheiros, gerenciadores, construtores e proprietários podem ter acesso às informações em tempo real sem dificuldade. O Obrafit funciona através das imagens das obras com campos para comentários.

Possui três tipos de plano e também é possível optar por planos personalizados e customizados. Dentre as funcionalidades podemos destacar:

  • importação de orçamento e emissão de relatórios em excel e PDF;
  • controle financeiro e fluxo de caixa;
  • cronograma de etapas;
  • análise de resultados entre o orçado X realizado  e realização do previsto X real.

2. Box Obras

O Box Obras integra gerenciamento empresarial, controle de obras e manutenção das instalações e equipamentos prediais. 

Auxilia os profissionais de engenharia na projeção, gerenciamento e execução de pequeno e grande porte e disponibiliza manual de uso em módulos através de vídeos.

Entretando, os preços são disponibilizados via orçamento.

Parte das funcionalidades inclui, por exemplo:

  • gerenciamento de RH, contratos e documentações;
  • controle de estoque, maquinários e empreitadas;
  • orçamentos;
  • gestão financeira.

3. Veja Obra

O Veja Obra é uma ferramenta de planejamento, controle e execução. Ou seja, centraliza o orçamento, cronograma e diário de obras.

Não apenas te ajuda, como possui plano grátis, por obra e por empresa.

Dentre as soluções para as atividades na empresa e na obra temos:

  • organização das atividades de escritório;
  • controle de resultados e precificação dos serviços;
  • controle de custos e prazos de obras;
  • otimização do planejamento.

4. Mais Controle

O Mais Controle é, no entanto, voltado para gestores da construção civil atuantes em construtoras e empresas de engenharia ou serviços. Por isso, possui três tipos de pacotes de serviços e uma taxa fixa de implantação através de treinamento com equipe especializada.

As funcionalidades estão voltadas para:

  • controle financeiro;
  • orçamentos;
  • planejamento;
  • gestão.

5. Obra Prima

O Obra Prima é um sistema que facilita o cadastro das obras e projetos. Assim, ele contempla soluções para um grande número de proficionais. Entre eles, engenheiros, empreiteiros, profissionais de obras e reformas, prestadoras de serviços elétricos,por exemplo.

Conta com três possibilidades de planos e taxa de adesão com preço variável para treinamento e acompanhamento.

Algumas funcionalidades são:

  • orçamento de custo e venda;
  • faturamento e reembolso;
  • controle de gastos;
  • galeria de fotos e documentações.

6. Sienge

O Sienge é uma plataforma que foca a produtividade através da jornada da construção nos processos de venda e pós-venda.

Oferece cursos à distância gratuitos e a forma de pagamento é mensal de acordo com os módulos contratados.

Os produtos são oferecidos por tipo de serviço. Alguns deles são:

  • comercial;
  • fiscal;
  • suprimentos;
  • gestão de ativos.

7. Gerencia Obras

O Gerencia Obras é voltado para planejamento, execução, otimização e automação.

Possui três tipos de planos com pacotes mensal, semestral e anual.

Entre as funcionalidades, destacamos:

  • padronização do processo de cotação;
  • medição dos resultados no canteiro de obra;
  • gerenciamento de etapa física e financeira;
  • controle do orçado e realizado.

8. Minha Casa Nova

O Minha Casa Nova é um aplicativo gratuito voltado para obra residencial.

É possível acompanhar o planejamento financeiro e compartilhar fotos e informações através da liberação via código do e-mail.

O planejamento está dividido em etapas que incluem 18 fases, das quais destacamos:

  • documentação, compra e registro do terreno;
  • projeto arquitetônico, estrutural, hidrossanitário e preventivo elétrico e telefônico;
  • etapas de execução;
  • móveis e decoração.

Viu como as demandas complexas, o acompanhamento de obras e a excelência no atendimento podem ser facilitadas? Sem dúvida, através da implementação de sistemas de gestão de obras, tudo fica mais fácil.

Conseguimos ajudar você? Compartilhe suas inquietações com a gente! Nosso trabalho é contribuir para que você faça os melhores negócios!

Gerenciamento de Obras - Entenda Antes

Gerenciamento de obras: o guia absolutamente completo

Seja na construção de uma casa, um condomínio ou um prédio com vários andares: o gerenciamento de obras é fundamental em qualquer tipo de projeto. A gestão de obras é um processo longo e que exige várias habilidades, como liderança, capacidade de tomar decisões assertivas e conhecimentos técnicos da construção civil.

Portanto, podemos afirmar sem nenhum exagero que a gestão de obras é a base de todo projeto de construção, bem como a chave para o seu sucesso. 

Com tamanha responsabilidade, fica fácil entender como o gerenciamento de obras é uma tarefa complicada. Mas, para facilitar, elaboramos este guia completo do gerenciamento de obras. Além de trazer uma visão realista sobre o assunto, apresentaremos informações importantes. Tais como: 

  • conceitos e princípios básicos; 
  • etapas fundamentais;
  • erros que devem ser evitados;
  • e muito mais!


E aí, preparado para aprender mais sobre uma gestão de obras eficiente? 

O que é o gerenciamento de obras?

O gerenciamento de obras pode ser definido como um serviço da construção civil que utiliza técnicas especializadas para gerenciar o design, a construção e o planejamento de um projeto. 

Dessa maneira, o gestor de obras é responsável por auxiliar no planejamento, coordenação e execução de projetos de construção de todos os tipos (residenciais, comerciais ou industriais).

Na prática, significa que o profissional deve administrar o tempo, os recursos e a equipe. Tudo isso para garantir que o cronograma de obras seja cumprido de acordo com o orçamento e com a qualidade esperada pelo cliente.

Gerenciamento de Obras - Entenda Antes

Para que serve a gestão de obras?

Sabemos que imprevistos sempre acontecem em um canteiro de obras. Acidentes com trabalhadores, uma temporada de chuva inesperada e atraso na entrega dos materiais são alguns exemplos. Por mais que seja impossível de evitar a maioria desses problemas, nem tudo está perdido. 

É aí que entra uma das principais funções da gestão de obras: lidar com imprevistos. Com “jogo de cintura”, o gestor deve ser capaz de acabar ou pelo menos amenizar os efeitos dos problemas inesperados. 

Além disso, um gerenciamento de obras eficaz é essencial para que a construção seja finalizada dentro do prazo e sem ultrapassar o orçamento. 

Outra função do trabalho de gestão bem feito é assegurar a qualidade da construção e, consequentemente, a segurança das pessoas que vão morar ou usufruir do edifício. 

Assim, quando o gerente acompanha uma obra do início ao fim, ou seja, desde a etapa de planejamento até a entrega das chaves, a probabilidade de ter uma construção impecável é muito maior. 

Tipos de gestão necessários em uma obra

Para entender melhor as principais obrigações do gerenciamento de obras, podemos subdividir o trabalho em diferentes tipos de gestões. São eles: 

  • Gestão do projeto;
  • Gestão de gastos;
  • Gestão de pessoas;
  • Gestão de documentos. 

Quer saber o que cada um significa? Então confira os detalhes: 

Gestão do projeto

Gerenciamento de Obras - Entenda Antes

Você já sabe que existem diversos projetos para construção: arquitetônico, estrutural, elétrico e hidrossanitário são alguns exemplos. Assim, cabe ao gerente de obras assegurar que todos sejam executados da melhor maneira. 

Nesse sentido, o gerenciamento de obras é fundamental para apresentar uma visão completa de todas as ações que estão sendo realizadas. Na prática, significa que o responsável pela gestão deve se preocupar com: 

  • a entrada e saída de materiais;
  • uso dos equipamentos no canteiro de obras;
  • divisão de equipes para cada área da construção;
  • elaboração de relatórios.

Essas informações permitem analisar o progresso do trabalho, além de ajudar na tomada de decisões que otimizam a conclusão do projeto. 

Gestão de custos

Gerenciamento de Obras - Entenda Antes

Também cabe ao gerenciamento de obras a preocupação com os custos envolvidos na construção. Isso significa que o engenheiro responsável pela gestão da obra deve controlar todas as despesas e gastos para garantir que o orçamento seja respeitado. 

A gestão de custos também abrange o relacionamento com fornecedores, recebimento e armazenamento de materiais de construção. Além disso, é necessário conferir os valores de cada compra e guardar as notas fiscais para prestação de contas. 

Gestão de pessoas

Em uma construção, a gestão de pessoas envolve:

  • contratação de trabalhadores;
  • treinamentos; 
  • divisão de funções;
  • supervisão e avaliação das atividades realizadas por cada profissional;
  • etc.

Dessa maneira, o gerente de obras deve se preocupar em manter os trabalhadores motivados e incentivar o trabalho em equipe. 

Por mais que muitos gestores ainda considerem a gestão de pessoas apenas como um gasto, a realidade é diferente. Essa prática é capaz de aumentar a produtividade e otimizar os resultados em uma construção.

Gestão de documentos

O trabalho de gerenciamento de obras também envolve bastante burocracia. É por isso que a gestão de documentos é um dos itens essenciais em um projeto de construção. 

Em outras palavras, a gestão de documentos em uma obra deve se preocupar em  coletar e armazenar as informações, além de manter os documentos sempre atualizados. 

Com isso, é possível assegurar que a obra seja executada de acordo com as normas de construção. Afinal, ninguém quer ter a sua obra embargada por falta de documentos, concorda? 

Etapas fundamentais do gerenciamento de obras

Já citamos que o gerenciamento de obras é uma tarefa complexa. Mas, para facilitar (ou pelo menos padronizar o trabalho), existe uma série de etapas que devem ser cumpridas de maneira rigorosa. 

Quer entender como isso funciona na prática? Então confira as etapas fundamentais do gerenciamento de obras.

1. Estudo de viabilidade

Gerenciamento de Obras - Entenda Antes

A primeira etapa ocorre ainda na fase de planejamento de obras. O estudo de viabilidade avalia as características técnicas e econômicas para determinar se vale a pena prosseguir com o empreendimento. 

Para isso, os profissionais envolvidos consideram vários aspectos. Dentre eles, os materiais e métodos que serão utilizados na construção, assim como os gastos com contratação de mão de obra. 

Além disso, o estudo de viabilidade deve contemplar fatores mais abrangentes, como:  

  • restrições para construir no local;
  • regras de zoneamento urbano;
  • limitações legais; 
  • documentos necessários para o início da obra.

Com todas as informações em mãos, a equipe responsável decide prosseguir ou cancelar a construção. 

2. Análise do orçamento

Uma das principais responsabilidades de quem gerencia uma obra é o controle de custos. Por isso, é fundamental que o profissional participe da elaboração do orçamento para manter a estimativa de gastos bem próxima da realidade. 

É importante que cada projeto tenha seu próprio orçamento. Afinal, os custos de obra variam muito de acordo com a região e as particulares de cada construção.

Para o orçamento de uma obra, é necessário levar em consideração os seguintes aspectos: 

  • preço dos materiais de construção;
  • ferramentas e equipamentos que serão utilizados;
  • taxas;
  • mão de obra;
  • reserva para emergências e imprevistos.

Também é papel do gerenciador de obras acompanhar as mudanças no orçamento, principalmente em construções de longa duração. Isso é necessário pois o mercado da construção civil está sujeito a variação de preço de insumos e inflação. Dessa maneira, os valores apresentados no orçamento inicial devem ser analisados frequentemente e ajustados, caso seja preciso. 

3. Planejamento dos itens fundamentais na obra

Não existe gerenciamento de obras sem planejamento. Logo, esta é uma etapa fundamental na gestão de qualquer construção. 

É durante o planejamento que são estabelecidas todas as diretrizes da construção. O gerente de obras deve elaborar o Plano de Gerenciamento do Projeto, um documento que determina as informações essenciais para o trabalho. Dessa forma, a equipe envolvida na construção tem acesso às instruções importantes, como cronograma, linha de base do escopo etc. 

Durante a fase de planejamento também é necessário elaborar outros documentos importantes para uma obra. Os principais são: 

Declaração do escopo do projeto

A declaração do escopo é um dos itens mais importantes no gerenciamento de obras. Ele inclui os principais detalhes sobre a construção, dentre eles: prazos, atividades, custos e as fases de execução do projeto. 

A partir desse documento, todos os envolvidos ficam cientes de tudo que está incluso no projeto, bem como a responsabilidade de cada um no trabalho. 

Plano de comunicação 

O plano de comunicação é indispensável, principalmente em obras de grande porte. O documento serve para estabelecer as diretrizes do fluxo de comunicação entre toda a equipe envolvida na obra. Seu principal objetivo é evitar conflitos e mal-entendidos.

Assim, o planejamento inclui diferentes aspectos da comunicação, como: metas, objetivos, métodos e ferramentas. 

Plano de gerenciamento de riscos

Sempre há riscos que podem ameaçar a execução de um projeto. Contudo, isso não quer dizer que não seja possível se preparar para quando as ameaças se tornarem reais.

Na verdade, uma das principais características que um gerente de obras deve ter é a habilidade de prever os problemas e lidar com eles sem ameaçar todo o planejamento.

Ter um plano de gerenciamento de riscos ajuda exatamente a identificar os problemas com antecedência, como um atraso no cronograma, cortes no orçamento, mudanças no projeto etc. 

4. Execução do projeto

Gerenciamento de Obras - Entenda Antes

Chegou o momento de colocar as mãos à obra! Mas, antes disso, é comum acontecer uma reunião pré-construção. O encontro serve para orientar a todos quanto ao horário de trabalho, armazenamento de materiais, controle de qualidade e acesso ao canteiro de obras. 

Em seguida, todos os profissionais envolvidos na construção realizam o que foi planejado nas etapas anteriores. As equipes são divididas de acordo com as suas funções e a obra começa a tomar forma. 

O gerente de obras tem uma participação bem ativa na execução do projeto, principalmente para garantir que tudo saia conforme o esperado. 

O profissional acompanha o trabalho de perto, analisando o uso dos materiais de construção e a quantidade de itens que estão disponíveis para evitar o desperdício.

Além disso, o engenheiro deve se responsabilizar pelos trabalhadores, esclarecendo dúvidas, acompanhando a equipe de mão de obra e garantindo a segurança de todos no canteiro de obras.

5. Monitoramento e controle

Geralmente, a etapa de monitoramento e controle acontece ao mesmo tempo que a execução. À medida que as tarefas são realizadas, o gerente de obras deve monitorar constantemente o progresso.

Nesta etapa, o gerenciamento de obras serve para garantir que a construção seja finalizada conforte o projeto. Assim, procura-se medir a produtividade da equipe no canteiro de obras e avaliar se o cronograma está sendo cumprido.

Além disso, é importante ficar atento ao gastos para evitar muitas variações no orçamento inicial e alterações no projeto.

6. Finalização da construção

Por último, mas não menos importante, vem a etapa de finalização do projeto. Essa é a prova de que o gerenciamento de obras é necessário até o último momento de uma construção!

Durante a fase final, o gerente de construção analisa se tudo foi executado conforme o planejado, respeitando as estimativas de gastos e duração que foram estabelecidas no início. 

Depois de verificar cada detalhe, é indicado elaborar um relatório apresentando o resultado do trabalho. Inclusive, esse documento pode ser utilizado como fonte para próximos projetos de construção, já que deve apontar os erros e acertos durante a execução da obra.

Podemos dizer que o encerramento da obra é um momento bastante valioso na gestão de obras. A partir desta etapa, é possível criar processos mais eficazes e equipes mais bem-sucedidas.  

Percebeu como as etapas podem tornar o processo um pouco mais simples? Muitas pessoas consideram o gerenciamento de obras um bicho de sete cabeças. Contudo, dividir o trabalho em etapas menores deixa tudo mais prático no dia a dia. 

Erros que devem ser evitados 

O gerenciamento de obras é um processo longo. Por isso, é comum que aconteçam erros durante as etapas que citamos acima. 

Entretanto, também é papel de um bom gerente de obras ficar atento a todos os detalhes identificar os problemas que possam surgir durante a construção. Acredite, muitos erros de construção podem ser evitados com um bom planejamento e liderança.

Pensando nisso, destacamos os erros mais comuns que podem acontecer no gerenciamento de obras e, principalmente, como evitá-los: 

1. Estimativa incorreta do prazo e orçamento

Entregar um orçamento incompatível com a realidade ou prometer finalizar a construção em um prazo curto são erros graves. Afinal, o cliente que contratou o serviço de gerenciamento de obras espera que as estimativas sejam cumpridas. 

É claro que podem acontecer imprevistos, como uma chuva que impossibilita os trabalhos no canteiro de obras. Ou então, uma oscilação muito grande no preço dos materiais de construção. 

Ainda assim, é preciso que o gerente de obras seja o mais realista possível ao apresentar um prazo de entrega ou orçamento. Além disso, o profissional deve preparar o cliente para possíveis mudanças nos gastos ou atrasos na obra. 

2. Falha ao gerenciar mudanças no projeto

É praticamente impossível encontrar uma obra que não tenha sofrido mudanças no projeto original. E isso é totalmente compreensível. 

Mas, tais mudanças podem resultar em alguns erros quando não há a gestão adequada. Profissionais que não foram informados das alterações e clientes que não estão cientes das mudanças são as falhas mais comuns nesse sentido. 

Para evitá-los, é importante que o gerente de obras saiba lidar com as mudanças corretamente, seja informando a equipe de mão de obra ou solicitando a aprovação do cliente. Continuar o trabalho sem fazer isso pode acabar desperdiçando tempo e dinheiro. 

Além disso, uma dica importante é criar um procedimento padrão para lidar com as solicitações de alterações no escopo. Assim, o requerimento de mudança deve seguir um critério para que o impacto no cronograma e no orçamento seja mínimo. 

3. Falta de planejamento estratégico

Começar a executar um projeto sem ter um planejamento é um erro que acontece em todas as áreas. No gerenciamento de obras não é diferente. 

Ao começar logo com a prática antes de elaborar um planejamento estratégico é uma falha grave que pode comprometer a qualidade da construção. As consequências disso são inúmeras alterações e retrabalho. 

Por isso, o responsável pela gestão de obras deve se encarregar de planejar todos os setores de uma construção, desde o operacional, administrativo até o logístico. 

Assim, um planejamento estratégico no gerenciamento deve contemplar aspectos como: 

  • controle dos insumos;
  • avaliação de desempenho da obra;
  • análise da necessidade de gastos inesperados. 

4. Problemas de comunicação

O elaboração de um plano de comunicação não está na lista de documentos importantes para a gestão de obras por acaso. Na verdade, a incapacidade de comunicar com a equipe envolvida na construção é uma das armadilhas do gerenciamento de obras. 

Isso significa que uma simples mensagem distorcida pode causar mal-entendidos, prejudicar o andamento do projeto ou ter outras consequências que comprometem a qualidade do trabalho. 

Portanto, um gerente de obras deve manter uma comunicação consistente. Para evitar falhas no processo, é válido agendar reuniões frequentes e compartilhar o andamento da obra com o cliente ou subcontratados. 

Além disso, estabelecer alguns canais oficiais de comunicação (como email ou painel de recados, por exemplo) pode ajudar manter a equipe bem informada e evitar ruídos. 

Gerenciamento de Obras - Entenda Antes

Conclusão

Resumindo: o gerenciamento de obras é uma forma de garantir que o projeto seja executado de acordo com o plano existente. Assim, cabe ao gerente assegurar que a construção seja entregue no prazo e orçamento pré-estabelecido. 

Além disso, a gestão de obras deve garantir que a construção esteja em conformidade de com o projeto, códigos e outras normas. 

E aí, este guia sobre o gerenciamento de obras foi útil para você? Compartilhe sua opinião ou dúvidas nos comentários abaixo! 

Gerenciamento de obras em investimentos na construção civil - Entenda Antes

Gerenciamento de obras para novos investimentos na construção civil

Os investimentos na construção civil são grandes apostas de muitos empreendedores. O setor é um dos mais promissores e oferece uma ampla variedade de opções para os investidores. Contudo, muitas pessoas que estão entrando nesse mercado, não conseguem o retorno esperado por causa de erros básicos. Um deles é a falta de gerenciamento de obras para voltar a investir em novos projetos. 

 

Sem uma boa gestão, as obras não são entregues no prazo, os gastos inesperados aumentam, o que pode resultar em prejuízo no empreendimento. Então, se você quer apostar em investimentos na construção civil e ainda não sabe como lidar com a gestão de obras, não tem problema. Aqui estão as principais informações que você precisa saber sobre o assunto. 

Importância do gerenciamento de obras

Projetos de construção podem ser muito estressantes e desafiadores – até mesmo para os profissionais experientes na área. Para os investidores não é diferente. Existem vários fatores que precisam ser considerados em qualquer empreendimento imobiliário. Desde encontrar a melhor cotação, lidar com fornecedores e prestadores de serviços, até tomar decisões importantes. 

Por isso, o gerenciamento de obras é essencial para todos os envolvidos na construção. Seja para arquitetos e engenheiros responsáveis pela elaboração e execução de um projeto ou para os investidores. Afinal, todos estão dedicando seu tempo e dinheiro na construção e qualquer falha no processo pode comprometer o retorno financeiro esperado. 

Gerenciamento de obra nos investimentos na construção civil - Entenda Antes

A gestão de obras bem-sucedida permite que as equipes trabalhem em ritmo acelerado e garante que os empreendimentos sejam entregues dentro do prazo e do orçamento. Além disso, o gerenciamento assegura que a obra esteja de acordo com as normas da construção civil. 

Para você ter uma noção, o acompanhamento de uma obra pode gerar uma economia de 6% a 9% para quem faz investimentos na construção civil. Tudo isso graças à diminuição de desperdício, gastos imprevisíveis e baixa produtividade. 

Veja também: “Mão de obra necessária para sua construção, quais são os profissionais?”

Veja também: “A verdadeira importância do planejamento de obras”

Como aumentar a rentabilidade de um investimento

Muitos investidores começam aplicando seu dinheiro em um empreendimento e, com os ganhos, investem novamente em outro projeto. Porém, antes de chegar na parte dos ganhos, existe um longo processo que influencia diretamente no rendimento de um investimento. 

Então, antes de mais nada, é necessário avaliar a rentabilidade do investimento para aumentar seu retorno financeiro. Portanto, você pode levar em consideração as seguintes dicas: 

  • É mais vantajoso investir em imóveis na planta ou no início da construção. Dessa forma você economiza com os preços mais baixos de lançamento.
  • Faça o pagamento à vista pois, assim, você elimina os juros de parcelamento e pode negociar melhores descontos. 

Gerenciamento de obras em investimentos na construção civil

Como calcular o retorno dos investimentos na construção civil

A rentabilidade dos investimentos na construção civil depende de diversas variáveis, como o prazo para obter o retorno e a forma de aplicação do imóvel (para aluguel ou venda). Ainda assim, os investidores podem determinar a lucratividade de uma propriedade a partir do cálculo de retorno sobre o investimento (ROI). 

Em suma, o ROI mede a porcentagem de dinheiro que um investidor vai ganhar após reduzir os gastos envolvidos na aquisição de um imóvel. Basicamente, o cálculo pode ser feito a partir da fórmula: 

ROI = (ganho alcançado – custo do investimento) / custo do investimento x 100

Então, vamos usar o exemplo de um investidor que comprou um imóvel na planta por R$200 mil e pretende vendê-lo por R$350 mil. Logo: 

ROI = (350.000 – 200.000) / 200.000 x 100

ROI = 75%

Veja também: “Como saber quanto irei gastar em minha construção?

A partir do cálculo, você consegue ter uma visão de quanto vai conseguir de retorno em seu investimento na construção civil. Juntamente com o acompanhamento de obra, é possível ter maior controle e se preparar melhor para apostar em novos investimentos. E aí, está preparado para potencializar seus investimentos na construção civil?

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